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A obra marca uma transição na carreira de Junqueiro, afastando-se da sátira política agressiva para uma poesia lírica e bucólica. O livro narra a jornada de um "Peregrino" que deixa sua aldeia em busca de fama, mas a narrativa logo dá lugar a uma série de "quadros" que exaltam a vida rural e a pureza das pessoas humildes.
Os principais elementos explorados são:
A Santidade do Cotidiano: O autor eleva figuras comuns (como ceifeiras e camponeses) a um status quase sagrado, contrastando sua paz com o materialismo das cidades.
Comunhão com a Natureza: A obra apresenta um panteísmo lírico, onde a natureza e o trabalho no campo são vistos como fontes de verdade e harmonia espiritual.
Nostalgia e Religiosidade: Há um forte tom de saudade da infância e da simplicidade perdida, manifestado em poemas que evocam orações e a proteção materna.
Este clássico é considerado um marco do movimento neogarrettiano, que buscava resgatar uma identidade nacionalista e tradicional para a literatura portuguesa.
| Acabamento | Brochura |
|---|---|
| Páginas | 126 |
| Formato | 12x19 |
| Lombada | 0.6 |
| Altura | 0.6 |
| Largura | 12 |
| Comprimento | 19 |
| Data de publicação | 01/01/2006 |
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